Carmen

Um rosário de ouro, uma bolota assim
Quem não tem balangandãs não vai no Bonfim
Oi, quem não tem balangandãs não vai no Bonfim
Só vai no Bonfim quem tem…
O que é que a baiana tem?

Eu tinha uns 6 anos quando fui passear com meu pai no Aterro do Flamengo e, embaixo do memorial dos pracinhas, estava tendo uma expo sobre a Carmen Miranda (ou por alguma razão o museu da própria, que fica do oooutro lado do Aterro, estava fechado e seu acervo estava lá). Lembro que a sala estava fechada, mas como é toda feita de vidro, deu pra ver os vestidos, os chapéus, aquela explosão de cores e exuberância. Fiquei maravilhada.

Depois, na adolescência, adotei um estilo bizarro e usava quase os antebraços (como está na nova regra?) inteiros cobertos de pulseiras coloridas. Minha mãe dizia: que isso Márcia, tá igual Carmen Miranda.

E depois, com 20 e poucos, ganhei de presente a biografia do Ruy Castro. Pronto, não precisou de mais nada: fiquei completamente apaixonada, de vez. Carmen era só alegria, humor ótimo, levava a vida leve, por mais pesada que ela poderia ficar. Mulher à frente do seu tempo, que é moderna mesmo hoje, quando completaria 100 anos.

Vou colocar três vídeos. Um dela e da irmã Aurora, cantando “Cantoras do Rádio”, no filme que agora esqueci o nome (hahahaha!). O outro vídeo é o da cena do filme brasileiro “Banana da Terra”, quando ela se vestiu de baiana estilizada pela primeira vez, cantando o clássico do Caymmi. E o último é meu hino pós-carnaval, “Adeus, Batucada”.
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2 opiniões sobre “Carmen”

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