Ofegante epidemia que se chamava Carnaval

É né? Acabou…

Pra mim, acabou cedo d+, na terça às 18h e pouca eu já tive que abandonar a Orquestra Voadora que fazia uma alegria generalizada no Aterro, num pôr do sol digno dos dias de saara do Rio (43 graus!), para poder voltar para São Paulo (e depois não venham me dizer que a “locomotiva do país” não é o verdadeiro túmulo do samba…).

Antes de começar o ano, antes de falar do tédio da semana de moda de NY, ainda insisto em falar em Carnaval. Aí vão minhas fantasias, pra quem pediu:

– Francesa, junto com um grupo de amigos:

– A de Colombina, do post passado:

– De corista, com cartolinha de paetês e penas FINA, da 25 (e os amigos estavam de jogador de basquete dos anos 70 e as meninas de líderes de torcida):

– De Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo, adaptada para 43 graus:

E agora, é esperar pelo próximo…

3 opiniões sobre “Ofegante epidemia que se chamava Carnaval”

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