“…e que eu sei que são efêmeras”

O assunto do post passado, sobre o ritmo insano da moda, me fez lembrar deste outro post, que escrevi há + ou – um ano (parece que em Outubro eu tenho sempre as mesmas reflexões, né?). O post antigo, por sua vez, me fez cantar ainda mais “Efêmera”, da Tulipa Ruiz (que além de cantora, é ilustradora e autora desta que enfeita o post), que tem tudo a ver com esta época parada que escolhi viver agora:

Vou ficar mais um pouquinho
Para ver se acontece alguma coisa nessa tarde de domingo
Hoje é o tempo preu ficar devagarinho
com as coisas que eu gosto e que eu sei que são efêmeras
e que passam perecíveis
e acabam, se despedem, mas eu nunca me esqueço

Por isso eu vou ficar mais um pouquinho
Para ver se eu aprendo alguma coisa nessa parte do caminho
Martelo o tempo preu ficar mais pianinho
com as coisas que eu gosto e que nunca são efêmeras
e que estão despetaladas, acabadas
Sempre pedem um tipo de recomeço

2 opiniões sobre ““…e que eu sei que são efêmeras””

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