O peso da culpa no abandono de um blog

Oi, alguém ainda me lê?

Uma vez, alguém me perguntou porque o Bainha nunca virou um blog famoso e rentável. Eu respondi que era porque eu não tinha isso como objetivo, que era péssima nos negócios e meu foco principal não era ele.

Tá, mas também não precisava abandoná-lo sempre que minha vida desse uma guinada que virasse junto o meu foco, né?

Pois é gente, mais uma vez – para quem acompanha o blog desde 2007, minha vida mudou um cadinho: estou fazendo Mestrado em Antropologia (oooooooooh! hahaha vou pesquisar sobre consumo e internet) e, depois de entrar para a vida acadêmica, além de não ter muito tempo, não consigo mais confabular sobre certos assuntos inocentemente. Será que serei julgada? Enfim, ainda não consigo conciliar as duas personas.

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Mas o pior é que eu me sinto culpada. Essa culpa católica que me faz me achar grosseira ao não responder uma ligação, um convite, uma mensagem ou um comentário aqui ou no Facebook. E me faz achar sacana ou grosseiro ou que está nem aí quem não faz isso.

Então, abandonar o Bainha é um ato de desamor pra mim. Mas eu voltei, voltei para ficar.

Prometo!

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