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A milésima volta do Bainha

Tem alguém sumido aí?

Criei o Bainha em 2007 e, desde então já sumi e abandonei o blog inúmeras vezes. Talvez por isso ele nunca tenha virado fonte de renda ou famoso, mas é porque a vida demanda muitas coisas da gente, né?

Dessa vez, foi o Mestrado e a vida acadêmica em geral que me fez afastar. Como pesquiso Consumo e Internet no curso de Mestrado em Antropologia que faço, entrei com uma paranoia que escrever aqui poderia me trazer problemas. Poderiam confundir o que falo aqui com alguma pretensão de artigo acadêmico, etc. Daí fui ficando com medo de escrever, foi me tolhendo as ideias, a liberdade. E blog é para ser livre, né? Pelo menos na sua origem, era. Mas sempre bom dizer, NADA AQUI é acadêmico, é científico, pelamordedeus!

Além disso, o tempo foi ficando cada vez mais escasso, a quantidade de coisas para ler e fazer maior.

Mas não aguentei de saudade. Voltei! Alguém ainda me lê?

Para fazer as pazes com a blogolândia, resolvi trazer o que me tomou as ideias para cá e também quebrar a paranoia com o mundo acadêmico x blog e abordar justamente o assunto que pesquiso, que é o Pinterest. Já falei dele várias vezes aqui, antes e depois do Mestrado. Não quero falar sobre as coisas que pesquiso por lá, o que já descobri, nada. Socorro, já faço isso escrevendo artigos, papers para congressos, etc.

Mas, por conta disso, muita gente vem me falar que tem perfil, mas não sabe usar o site – apesar de ter vontade. Então para ajudar quem tem vontade de usar o site, mas não sabe como, um breve GUIA DO PINTEREST!

GUIA PARA USAR O PINTEREST ATIVAMENTE:

1- Você precisa de um perfil: quando você entra no Pinterest pela primeira vez, a primeira tela que vai ver é esta abaixo. Eu criei o meu perfil a partir do Facebook. Ele vai puxar seus contatos lá e você pode escolher se vai seguir o Pinterest deles ou não. Mas no Pinterest, o lance é seguir perfis que postam imagens que você gosta, não precisa ser amigo da pessoa na “vida real”. Dos 233 perfis que eu sigo, imagino que só 10% deve ser de amigos “reais”.

página inicial 12.05.14

O site criou esse vídeo abaixo para explicar o que ele é. Como pesquisadora, vejo que eles focam muito os usos do site na sua parte prática, como um lugar para buscar inspiração para projetos, compras, viagens. Mas o vídeo é bacaninha:

2- Criando painéis (ou boards): Depois de criar o perfil, o Pinterest vai fazer um tour com você mostrando como é o site. Explicam, por exemplo, o que é um pinPin é o que é postado nos perfis do Pinterest. São imagens que você escolhe para estar ali. Elas são guardadas no seu perfil em painéis que você cria de acordo com suas preferências. O Pinterest sugere alguns temas de painéis para você criar:

começo pinterest 08.01.14 III

Mas você pode criar o painel que quiser. Tem perfis, como alguns que acompanho, que possuem mais de 200 painéis. Sim, duzentos! Faça quantas categorias sua imaginação mandar. Mas se você criar muitos painéis, com temas muuuito próximos e específicos, pode ser que, na hora de navegar pela sua timelineonde aparecem os pins dos perfis que segue, você tenha alguma dificuldade de classificar as imagens que queira pinar.

Os painéis que eu criei foram os seguintes:

meu perfil 31.07.14

3- Sigam-me os bons! Depois de decidir que tipo de foto você quer colecionar, pode escolher os perfis que vai seguir. O site vai te sugerir alguns com base no que você selecionou aí nos painéis. Nessa hora que vocês podem me seguir lá clicando aqui!

Na foto aí de cima, à direita, vocês podem ver minha foto e um balãozinho vermelho. Ali são as notificações que a gente recebe: quem repinou seus pins e quem começou a te seguir, por exemplo. Por causa da correria da pesquisa, não presto muito atenção nessa parte. Mas não se assustem, tem um monte de gente que você nunca viu na vida te acompanhando. É normal, o que importa é a troca de imagens e, além disso, o Pinterest é um território internacional, você troca fotos com gente do mundo todo (principalmente americanos).

4- Timeline e procurando imagens: Depois de decidir quem vai seguir, as fotos que essas pessoas pinam vão aparecer na sua timeline, que parece mesmo um mural de cortiça. É confuso gente, mas vocês se acostumam. Para vem uma foto maior, basta clicar nela. Quando ela abre maior, você pode no canto superior esquerdo o botão de PIN, o CURTIR e um botão que leva ao link original de onde a foto veio (o site de origem). Quando você curte uma foto, ela não vai para o seu perfil. Raramente as fotos são curtidas, o lance é pinar.

Do lado direito da foto, podemos ver ao lado direito mais imagens que a pessoa tem em seu álbum. Se rolar a barra para baixo, você verá o que o Pinterest colocou como “pins relacionados”. Cuidado, é fácil se perder nessa imensidão de imagens!!!

pin fashion 31.07.14

De volta à sua Timeline, no canto superior esquerdo do site você vai ver  o espaço para busca e um botão que leva a um menu que vai mostrar todas as categorias de pins que o site cria. Nesse menu também tem a categoria Popular. Essa categoria, às vezes, tem fotos digamos… polêmicas. Não deveria falar isso como pesquisadora, mas somos todos humanos: às vezes aparecem fotos muito cafonas. Quase nunca utilizo esse menu. Mas utilizo muito a busca para procurar cortes de cabelo, por exemplo. A dica é escrever em inglês, já que a maior parte dos usuários ainda é americana.

começo pinterest 08.01.14 IV

Bom, sem mais delongas e acho que ajudei a ensinar o básico de como usar o site, né?

Aproveitem e até o próximo post! (Próximo mesmo!!!! :D)

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Bainha no Facebook aparecendo no seu feed :)

Esse Facebook danadinho… para dar lugar aos seus anúncios pagos nos nossos feeds de notícias, eles retiraram os posts das fanpages que eu e você curtimos. Como eu sei que todo mundo aqui curtiu a fanpage do Bainha, vou mostrar como fazer para voltar a receber as atualizações por aqui. É só ir à página e ver se o botão “Seguir”, à direita, está com um tick marcado. Se não, é só clicar e voillá!

curtir

Melhor ainda se passar o cursor em cima do botão “Curtiu”, vai abrir automaticamente uma janelinha e vocês vão clicar em “Obter notificações” e você ainda recebe uma notificação, olha que legal? 😀

obter notificações

Biblioteca Bainha: Já Matei Por Menos

Como vocês – que eu imagino que sejam antenados – já devem ter lido em várias matérias, o blog super legal da jornalista Juliana Cunha, o Já Matei Por Menos, virou um livro. É o segundo lançado por ela, que estreou no mundo literário com o Gaveta de Bolso (leia sobre neste post).

Dessa vez, ela se uniu à nova da editora Lote 42, que traz como sua proposta principal lançar livros que criam conexões com o mundo digital e lançam mão de diversas plataformas, são multimídias. Sendo assim, a obra entra neste conceito da editora não apenas por ser uma reunião de 70 posts do blog, como também por ter versões impressa e em ebook, conteúdo extra disponível em um site e histórias do seu bastidor compartilhados nas redes sociais.

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O critério usado para selecionar os textos publicados foi a relevância – ou seja – aqueles que sacudiram mais os comentários com boas discussões. Eu imagino como deva ser difícil fazer isso no meio de tanta coisa bacana (e polêmica). Sou fã do blog, que lia antes mesmo de conhecer a Juliana pessoalmente, quando ela trabalhava com as meninas do Oficina de Estilo.

O que me fez gostar do Já Matei Por Menos foi justamente a coragem em dizer sua opinião sobre as coisas de uma maneira inteligente, muito bem escrita e com humor. Ela criou algumas polêmicas sim, mas eu amo polêmica bem feita porque é assim que o mundo gira. Minha identificação foi imediata e a admiração pela sua escrita também, mesmo que não tenha concordado com sua visão inúmeras vezes (nem sempre entrei no debate nos comentários, mas debatia comigo mesma, hahaha).

Mas é isso que as pessoas não conseguem entender na vida: que admiração não tem nada a ver com a concordância nos mesmos assuntos, ficam ofendidas com a discordância, com a opinião contrária, como adolescentes mimados.  Abrir nossa opinião para o mundo pode ser muito mais expositivo que esplalhar nossos sentimentos mais íntimos aos sete ventos ou ficar narrando a vida no Facebook. Mas desculpem, se isso é se expor, então eu sempre serei um livro totalmente aberto. Já me estrepei muito por causa disso e continuo me estrepando, mas não ligo porque não consigo mudar minha personalidade reflexiva e crítica sobre as coisas, e minha vontade incontrolável de trocar essas ideias com as pessoas – e imagino que a Juliana também. O que incomoda é a dificuldade das pessoas em ouvir opinião contrária. Se sua opinião gerar um debate, que bom porque discordâncias inteligentes não são barracos. Barraco é baixaria, é falta de argumento!

Ok, ok, eu divaguei muito agora, mas tudo para dizer que espero que esses ótimos textos reflexivos ganhem ainda mais leitores com o lançamento do livro. Que venham muitos!

Para quem ficou curioso, o livro é vendido na loja Endossa do Centro Cultural São Paulo e no site da editora: lote42.com.br.

Ps.: a ilustração da capa é assinada pelo artista Laurindo Feliciano, cujo trabalho achei tão legal que vai virar o próximo post.

Exposição Marcia X.

Fui ao MAM na semana passada aproveitar os últimos dias da exposição da Adriana Varejão e tive uma boa surpresa: a mostra Marcia X. – Arquivo X. Não sou nenhuma especialista em arte e não conhecia a artista, que morreu em 2005. A exposição traz um panorama de sua obra, que é muito irreverente, engraçada e às vezes chocante para nosso olhar (ainda cheio) de tabus.

marcia x

Usando coisas do dia a dia e com estilo bem kitsch, a minha xará fazia críticas bem humoradas, com discurso sobre questões de gênero e feminismo, sagrado e profano… tudo com muito sarcasmo e irreverência.

Por causa da exposição, fui buscar saber mais sobre a artista, que se formou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e fez parte da “Geração 80” de artistas plásticos de vanguarda brasileiros, mas se diferenciando de muitos de seus contemporâneos por se aprofundar mais em performances e instalações do que em outras manifestações “em voga” na época, como a pintura.

Infelizmente, pela caretice da Internet, não posso postar suas obras mais legais (e fálicas) aqui, mas vocês podem procurar referências no Google. A exposição dela fica no MAM do Rio até 14 de abril!

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a  Márcia X, 1995 Os kamasutrinhas  1 - instalação Col Gilberto Chateaubriand2 recomenda-exposicao-abre

 

Dica Bainha: BubbleGum Acessórios

Como podem ver na minha mini biografia aqui, nasci em Volta Redonda, cidade no interior do estado do Rio. Não gosto de lá. Tenho uma certa mágoa de caboclo por causa de uma adolescência entediante e deslocada. Acho uma cidade cinza demais, mas dessa feiura arquitetônica e poluída saem coisas bacanas que quero dividir com vocês (abrindo uma exceção na minha regrinha própria de tentar evitar falar em marcas).

Descobri no Facebook uma marca voltaredondense, a BubbleGum. A designer Thais Carlini cria acessórios super coloridos e que trazem os principais hits com jeito próprio, fugindo das febres padronizadas e cópias literais de outras marcas. Também achei bem bacanas as fotos do lookbook de alto verão/carnaval, bem festivas, coloridas. As peças são versáteis e cambiáveis: cordão vira pulseira, cinto vira cordão, etc. Checa só:

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(PS.: antes que falem, isso não é publipost e eu nem conheço a Thais! Lá em Volta Redonda, eu era uma ET esquisita, só conhecia 4 categorias de pessoas: família, pessoal do colégio, pessoal do violino e umas pessoas que foram na mesma excursão pra Disney que eu – hahahahaha. E a Thais não estava entre elas. E tem 10 anos que vim morar no Rio, então não conheço MESMO. Vi a marca no perfil da mãe de uma amiga e fã aqui do blog, a querida Lilica , que por sua vez, conhece a Thais. Portanto, não to favorecendo ninguém, só achei legal a marca da terrinha hehehe)

Dicas do Bainha: Marie Desbons

Descobri esta semana no Pinterest (me segue ae!) a ilustradora francesa Marie Desbons e amei! Ela divulga seu trabalho num blog bacana também, Mon Grain D’Sel. Seu estilo é bem lúdico – ela trabalha muito ilustrando para livros infantis – e tem sempre referências criativas à moda, tecidos e estamparias.

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Fofíssimas, né?

Acne: minha história

Este é um post diferente no Bainha:

– Não é um blog de beleza e não compartilho minhas compras e experiências (já fiz isso no início, mas hoje em dia, não)

– Quase nunca falo tão explicitamente de mim e muito menos posto fotos minhas – ainda mais me expondo tanto quanto agora.

 Mas já faz tempo que tenho vontade de escrever sobre um assunto que vejo TÃO mal coberto pela imprensa tradicional e também por blogs de beleza: ACNE.

Sofro desse problema desde os 13 anos de idade e é algo que vou levar para o resto da vida, não só porque ela marca a pele mas porque, no meu caso, ela não passa. Talvez, com uns 60 anos, eu pare de ter espinhas, mas é um tratamento que eu nunca vou poder abandonar.

 Um close no meu rosto aos 16 anos, já tratando, mas sem muita disciplina (afinal, eu sou uma adolescente):

E fico indignada com as matérias que vejo em revistas, sites e blogs. Uma das poucas matérias que li sobre o assunto em revistas para o grande público foi sobre uma moça que tinha um nível gravíssimo de acne na Claudia. Foi a primeira vez que li sobre o Roacutan, remédio muito usado para combater o problema e que eu mesma tomei depois. Também achei esse post do (f)utilidades muito bom, o caso é parecido com o meu. Mas a grande maioria das matérias é só para divulgar lançamentos (não conto as revistas especializadas, para profissionais da área. Essas eu já fui até repórter freelancer).

Pra começo de conversa, se você tem acne, um produtinho cosmético só NÃO VAI RESOLVER SEU PROBLEMA. A única e principal dica que tenho para quem tem acne é:

VÁ AO DERMATOLOGISTA! Eles que vão indicar o tratamento certo.

Como eu tenho 27 anos e trato desde os 13, já fui a muitos. Mas dois deles foram muito importantes pra mim na busca por uma pele mais saudável. Por isso, se você também tem muitas espinhas, o meu post só vai servir para você saber minha história e se inspirar, mas não adianta usar os mesmos produtos que eu vou citar aqui SEM IR A UM DERMATO!

Então vamos lá: eu acredito (e os médicos também) que meu problema é genético, por causa de muuuuita oleosidade no rosto (não tenho espinhas no colo e costas, pelo menos), junto com pele muuuuuuuuuuuito sensível. Recentemente ainda descobri que sofro de rosácea. Minha acne não tem nada de hormonal, pelo menos nunca teve. Não tenho ovários policísticos, nem nada. Pílulas, que as pessoas sempre dizem que melhoram, só me trouxeram efeitos piores e ainda tenho tendências para varizes. Minha acne é, para fazer piada, uma questão de pele mesmo.

Com 19 anos, como pomadas, géis e outros produtos não adiantavam, comecei a tomar Roacutan. Pra piorar minha situação, sou muito alérgica ao peróxido de benzoíla, um dos principais ativos dos produtos para peles acnéicas – o que limitava muito meu tratamento (ainda limita). O Roacutan é um remédio fortíssimo – usado em último caso apenas, porque tem efeitos colaterais muito fortes, como aumento de colesterol e danos ao fígado. Nem todo mundo tem todos os efeitos, mas é preciso fazer um controle e acompanhamento muito certinhos.

Foto no início do tratamento com Roacutan, quando a pele fica péssima (sai tudo pra depois sumir), e o cabelo, uma palha. Não dá pra ver muito bem, mas foi a única que achei hahaha:

Tomei por seis meses, tive uma melhora absurda, revolucionária. Apesar de achar que minha pele não esteja 100%, nunca mais tive espinhas grandes, que te marcam com manchas vermelhas ou furos. Por muito tempo, não precisei mais usar aquele arsenal de produtos todos as manhãs e noites para combater a acne. Meses e meses sem uma espinha sequer.

Logo que acabei o tratamento (a pele tá vermelha e oleosa porque eu tava num show da Orquestra Voadora, sambando loucamente hahahaha):

Mais ou menos 1 ano e meio depois, elas começaram a voltar e o médico achou melhor tomar mais três meses de remédio. E aí foram mais alguns anos sem grandes problemas, apenas usando produtos para diminuir a oleosidade (que voltou, mesmo depois do remédio, não tem jeito).

 Quando fui morar em São Paulo, não consegui encontrar um(a) bom(boa) dermatologista que atendesse pelo meu plano. Fui a três e não gostei do que me passaram, então fiquei tentando me tratar em casa, usando os produtos que o médico do Rio me passava (como eu não conseguia ir pro Rio pra ele me atender, às vezes nos falávamos por telefone). Também tentei esses cosméticos que as revistas publicam e foi aí que vi que não têm o menor efeito.

Nessa época, minha pele deu uma piorada e comecei a notar que ela ficava muito áspera e avermelhada, com umas bolinhas bem pequenas. Marcava limpeza de pele e voltava igual um monstro das sessões. Levava 2 dias pra pele ficar menos vermelha e inchada e as bolinhas só pioravam.

Em São Paulo, sem tratamento. Reparem na textura da testa, cheia de bolinhas, e na pele muito rosada em alguns pontos. Sinal de mais um probleminha!

Graças a Deus voltei pro Rio e encontrei uma nova médica que identificou que tinha ganhado um novo problema: rosácea. Além da alergia ao peróxido de benzoíla, a rosácea também me limita porque não posso fazer intervenções muito agressivas na pele porque ela é muito sensível. Por isso, tirar as marcas da minha pele é uma tarefa mais difícil e cara. Peeling, pra mim, de jeito nenhum!

Mas, enquanto não me disponho a gastar R$ 500 por poucas sessões de outros procedimentos menos abrasivos para tirar minhas marcas, estou usando produtos bacanas para uniformizar e clarear a pele, e continuo usando outros para controlar minha oleosidade excessiva e eterna. Como o post já está imeeenso, vou dividir em três: no próximo falo dos produtos e, em outro, sobre maquiagem.

Uma foto minha agora, sem maquiagem alguma, pra verem que continua oleosa e com algumas marquinhas que falei, mas bem mais clara que em São Paulo. (PS.: O óculos tem um adesivo na lente porque estava experimentando essa armação sem colocar a lente, não sou louca hahahaah):

Espero ajudar!

Importante dizer que minha indignação com a maioria das matérias é porque não trata a acne como um problema sério e difícil de tratar: cuidar dele não é apenas questão de vaidade, mas mexe muito com a autoestima de quem tem. Não foi coincidência que, depois que minha pele começou a melhorar, eu tenha passado por revoluções pessoais também, passando a me achar mais bonita e me aceitar do jeito que sou. SEM DEMAGOGIA!!!!!