Arquivo da tag: facebook

Bainha no Facebook aparecendo no seu feed :)

Esse Facebook danadinho… para dar lugar aos seus anúncios pagos nos nossos feeds de notícias, eles retiraram os posts das fanpages que eu e você curtimos. Como eu sei que todo mundo aqui curtiu a fanpage do Bainha, vou mostrar como fazer para voltar a receber as atualizações por aqui. É só ir à página e ver se o botão “Seguir”, à direita, está com um tick marcado. Se não, é só clicar e voillá!

curtir

Melhor ainda se passar o cursor em cima do botão “Curtiu”, vai abrir automaticamente uma janelinha e vocês vão clicar em “Obter notificações” e você ainda recebe uma notificação, olha que legal? 😀

obter notificações

Anúncios

A mensagem visualizada e o terror das redes sociais

Aviso: Este post não é acadêmico, é “apenas” um post de um blog pessoal.

Não estranhem o aviso acima. Como disse no post anterior, estou com paranoia de darem um google no meu nome por causa do mestrado, acharem o blog e acharem que o que é dito aqui é artigo. Uma hora eu me acostumo e me solto de novo.

Por falar em mestrado, estou estudando pesquisas de antropólogos cujo campo é o “ciberespaço”. No meio de um monte de controversas de um campo tão novo, já percebi uma divisão: pesquisas apenas sobre o uso da Internet pelas pessoas e sobre a sociabilidade na rede, as relações entre os usuários. Ou se pensam também na agência da máquina, na influência dos mecanismos dos programas da Internet, por exemplo, no comportamento das pessoas ao usarem.

Ok, fui confusa, né? Mas essa introdução foi apenas para falar do quiprocó que o Facebook jogou no colo dos seus usuários ao lançar, sem aviso prévio, o mecanismo de mostrar quando uma mensagem inbox foi visualizada. Dedurou todo mundo.

1157413_738143609536083_82548489_n

Essa ferramenta pode dar uma certa segurança na questão muito recorrente na comunicação que é a da mensagem não chegar ao destinatário. Imagino quantas moças sofredoras podem ter ficado a vida toda em dúvida se o rapaz com quem se correspondia por cartas recebeu mesmo a bendita, mas não respondeu, ou se ela foi extraviada. Ó, drama cruel. Com essa ferramenta, o Facebook nos livra dessa dúvida.

Porém, nada nessa vida é fácil e tranquilo, por isso esse aviso, tão bem intencionado (ou não), criou mais uma forma de mal-estar na civilização. É a agência da máquina, que falei lá em cima, mudando a nossa. O uso da internet é cheio de etiquetas, como tudo na vida em sociedade. Não tem jeito, se quer sair disso, vira um monge solitário nas montanhas. Mas que é um saco, é.

Poxa, onde está a minha privacidade de não poder ou querer responder imediatamente a uma mensagem? Para não ser indelicada, eu nem abro a mensagem se não posso respondê-lana mesma hora. Ou respondo: “daqui a pouco te respondo com calma”.

Mas não posso esperar que todos sejam educadinhos para a sociabilidade virtual como eu. Nem todo mundo entende que as relações ali, no Facebook, são extensões do que somos fora. SIM, tem gente que AINDA não entendeu isso. Ou se recusa. Isso, pessoalmente, me irrita, esse estar, mas não estar nos ambientes online. Desculpem amigos, vivemos em grupo, precisamos ser diplomáticos e nos relacionar bem com o próximo. Como disse, se não quer dever nada a ninguém, as cavernas isoladas da montanha estão sempre às ordens.

Mas não estou sozinha nessa irritação. Não cobramos resposta imediata, na loucurinha da rapidez da vida pós-moderna, tudo pra ontem. Porém é frustrante ver que alguém viu sua mensagem, ignorou e está lá postando e curtindo coisas (porque o Facebook também nos avisa isso).

Assim, você pode macular feio uma relação de amizade, trabalho, amorosa, familiar. Mas, quem está errado, aquele que fica bravo com a não-resposta ou aquele que comete essa nova forma de gafe porque não consegue ver o problema de se fazer isso? Eu voto pelo meio termo: não precisa surtar, mas também é preciso se adaptar às novas ferramentas que aparecem aí para evitar o conflito, não é mesmo? Enquanto o Facebook não retirar esse aviso como fez o Whatsapp, vamos ter que lidar com isso, amigões.

Ou sai do Facebook, olha que coisa revolucionária?

visualizada em

Sentimentos criativos

“No que você está pensando?”

Com essa pergunta tão íntima, o Facebook nos incentiva a dividir com nossos contatos o que passa pela nossa cabeça. O que antes poderia soar como uma confissão íntima feita por impulso, ao vivo, no meio de uma conversa casual e, muitas das vezes, motivo de constrangimento para quem deixa escapar, é agora espalhada, divulgada nos “feeds de notícias” de seus contatos.

Diria que 70% desses posts seriam sobre sentimentos: amor, raiva do trânsito, tédio de domingo, paixão pelo time, tristeza por um pé na bunda. Não quero levar em consideração aqui a questão se essas manifestações públicas de alegria ou de tristeza nas redes sociais são reais ou não. Mas sim o motivo e a maneira com que as pessoas se manifestam.

Faço mea culpa porque eu mesma já fui de sair admitindo alguns sentimentos no Facebook quando era mais nova e estava insegura. Agora, A QUEM INTERESSA, além de mim, falar do que eu tô sentindo? Meus amigos? Posso ligar pra eles e me abrir, não? Pra que colocar isso nas redes sociais – hoje eu, mais sã – me pergunto?

wpid-388935_2287042447809_1001362047_32006431_685665971_n

Ora, mas os poetas, os músicos, os artistas todos também não expressam, de certa forma, o que sentem? Por que eles podem e os usuários das redes sociais não? Bom, foi como eu disse: a questão é o motivo e a maneira como esses sentimentos são expostos. Quando eu transformo essa manifestação em algo criativo, seja ela triste ou feliz, eu a torno mais atraente ao ouvido ou ao olhar do outro, concordam? 

E por que não espalhar essas mensagens com ajuda das redes sociais? Acho que essa é a grande função delas ultimamente, como já comentei nesse post sobre o Autoajuda do Dia, nesse sobre mensagens nas ruas ou nesse sobre o Sean Hart.

Nós podemos encontrar essas mensagens e buscar inspiração em tudo: transformar essas palavras que ficam aqui, prontas pra sair, em produções bacanas, divulgando na web, nas ruas ou até mesmo nas paredes de uma casa.

Foi numa casa dessas, numa “festa de bota-fora” de um amigo, que encontrei de referências para uma pesquisa de um curso à inspiração para esse post. Como o prédio foi vendido e vai ser reformado, as pessoas foram desenhando e escrevendo nas paredes:

amarcura

432368_10151163854057817_1370284417_n

Arte na parede da ex-casa feita pelo amigo do colégio, agora da festinha e carnavais, Danilo Melo

IMG-20121209-WA0010

poesia danilo
Duas poesias acima: Danilo Melo

Lá descobri, por exemplo, umas poesias muito legais de uma amiga do anfitrião. Romã Neptune é uma moça como eu, como tantas outras no Rio ou de qualquer lugar do mundo que, vivendo nos nossos tempos de amores efêmeros, líquidos (quase evaporando), transforma suas histórias em poesias muito bacanas. Num quarto da casa desse amigo, li a poesia abaixo:

poesiaroma

E depois, na web, achei tantas outras que podem ler no blog dela.

Não é mais legal tentar colocar o que se sente, o que se vê em coisas mais elaboradas? Ou então reproduzir a palavra do outro, como eu fiz agora (com crédito, por favor!).

Outra descoberta bacana foi o Eu Me Chamo Antônio, que escreve mensagens em guardanapos para alguma mulher que o machucou (pessoalmente, não me identifico tanto porque não estou na fossa, mas é bacana).

eumechamoantonio

Por falar em fossa, a autora do tumblr 180 Cartazes Para Sair da Fossa teve uma ideia genial para sair da sua. Como sua mãe disse que levavam 3 meses para superar um amor que deu errado, ela está fazendo um para cada dia, com muito homor e com músicas que dizem coisas pra ela e pra todos nós. Não é bem mais legal do que ficar stalkeando o ex e chorando as pitangas em posts chatos?

tumblr_mf6o01AbFZ1rfalxzo1_1280

Por isso que lanço um novo movimento: MAIS CRIATIVIDADE, POR FAVOR!

E feliz 2013 pra todos!!!!

Desconecta que passa

Outro dia, finalmente me convenci de que o Facebook me trazia mais estresse do que coisas boas. Daí, decidi focar mais na página do Bainha (curte lá!) e no próprio blog, ambos andavam abandonados.

Foto via Contente

Falta diminuir a quantidade de informação que eu recebo o dia inteiro, o tempo todo. Sou viciada em informação – descobri. Com desculpa do trabalho, para alimentar o blog ou para ficar atualizada nas coisas que eu gosto, fico com mil janelas abertas, enquanto respondo as centenas de emails e demandas de clientes, jornalistas, chefes. Além de conversar com amigos, postar no Instagram e ficar psico pinando tudo no Pinterest.

Mas, ainda assim, me sinto mais burra que nunca.

Por isso, aconselho todo mundo a assistir esse vídeo muito bacana sobre o assunto:

Me add?

Tem uma coisa que não entendo nesse novo mecanismo do flerte no mundo das redes sociais é o costume de adicionar a pessoa que você acabou de ficar numa festa, num bar, sei lá onde, no seu Facebook. Na minha época, e eu não tenho nem 30 anos, a gente trocava telefone se tivesse sido legal e quisesse manter o contato. Ou não, a troca acontecia apenas para manter as aparências, o cara nunca mais aparecia, você ficava noiadinha por uns dias e: bola pra frente!

Hoje não. Já vi cara dar um beijo numa amiga e perguntar imediatamente o sobrenome dela pra poder achá-la no Facebook. E aí, mesmo que a coisa não dê em nada, você fica com aquela pessoa engrossando sua lista de amigos e enchendo sua página com suas atualizações que, em geral, não lhe dizem respeito.

Eu sei que beijar é bem íntimo, mas eu acho Facebook mais ainda! Sou bizarra? Sou. E olha que eu nem sou muito expositiva na rede social: uso muito e posto muito, mas não falo meus sentimentos, não faço check-in em locais, entre outras intimidades que dificultam quem não convive diretamente comigo saber o que eu faço no dia-a-dia. Também tenho vários grupos que limitam álbuns e tudo o mais. Mas, mesmo assim, por que manter no seu convívio diário – mesmo que virtual – alguém que só vai se ver uma vez?

Ok, mas aí tem o lado positivo, você acha a pessoa bacana por suas atualizações e acaba rolando outras vezes. Aí, como todo mundo faz – mas não tem coragem de admitir – você passa a fuxicar a pessoa e haja sangue de barata para não criar histórias por conta própria com tudo que aparece no Facebook dele.

Além disso, gera aquelas dúvidas de etiqueta nos relacionamentos breves e complicados de hoje em dia: será que ele vai achar que to dando mole d+ se eu curtir os posts dele? Será que pega mal enviar um link com um assunto que comentamos? Fora aquele chat maluco do Facebook, cheio de bugs.

Depois de um tempo, como é o caminho da vida, o rolinho com o bofe acaba não dando em nada e aí, o que fazer? Como lidar? Se não foi nada d+, beleza. Fica lá aquela pessoa que você não vai ter muito contato mais, sabendo das coisas da sua vida, tendo acesso remoto. Se o cara for legal, você até pode curtir um post aqui, comentar outro acolá. Normal!

Mas, se você ficou mordida, pode entrar no ciclo vicioso da fuxicação doentia. Não é algo que te machuca como terminar um namoro, mas também não é algo exatamente positivo, é? Pelo menos desse mal eu não padeço. Sou do tipo que fuxica no durante, mas depois – não dou mais notícias da vida do bofe. Não é despeito, mas acho sadio esse distanciamento, esse desligamento.

Só que… Ai, saudade das trocas de celular. Pelo menos tínhamos menos opções para gerar estresses desnecessários.

Por isso que eu digo: tem gente que demora para se apegar, tem gente que demora pra ir pros finalmentes, tem gente que demora a pegar na mão. Eu prefiro demorar pra adicionar no Facebook. Sou dessas.

Mas que fase! Não está sendo fácil!

PS.: Mais post sobre maluquices do Facebook aqui!

Status Quo

Outro dia apareceu no meu feed de notícias do Facebook que um amigo tinha mudado status de relacionamento dele para “solteiro” e um coraçãozinho vermelho do lado. Não é estranho o Facebook sempre colocar um coraçãozinho do lado desse tipo de atualização? E se a pessoa mudar de “casado” pra “viúvo”? Não é maneiro… (em geral). Então esse coraçãozinho é um tanto sádico. Seria melhor não ter nada, ser mais imparcial, né não?

Também acho ridículo o termo “relacionamento sério”. Por que não traduziram para “namorando”?

Até porque a gente quer relacionamentos divertidos, né? hehehe

Por falar em diversão, procurando imagens para ilustrar essa viagem minha, achei essas piadas na internet sobre o assunto:

Bainha no Facebook!

Depois de passar 3 horas apanhando do WordPress e AINDA ASSIM não conseguindo colocar o link para a página oficial do Bainha no Facebook na barra lateral, venho por meio deste (já que pelo outro jeito não rolou…) comunicar que agora vocês podem curtir (ou não) a página oficial do Bainha na rede social do sr. Mark.

ó CURTE AQUI! 

Quem não curtir vai ter uma ideia roubada pelo sr. Mark. Ele que mandou avisar.